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Uma tarde no onibus - Ponto de vista do homem.

Meus dias nunca são interessantes, apesar de boa aparência e sempre muito respeitoso a verdade é que nunca me sobrou tempo para aventuras e com isso nunca tive como construir historias e casos. Neste dia que lhes conto abaixo as coisas foram diferentes...
Nada parecia me afetar mais, tinha um bom trabalho, sempre muito desejado por muitas empresas do ramo e com isso me sobravam almoços e cafés onde ladainhas eram ditas repetidas vezes enquanto bebíamos e comíamos, sempre utilizei de minha enfática persuasão e determinante objetividade na condução de meus ataques, fossem eles no ambiente profissional ou pessoal.

Mês de agosto, o clima já não era tão desértico e com isso podia abusar de ternos e casacas para tratar de negócios, neste decidi por um terno cinza claro, sapatos e cinto preto, camisa clara e uma gravata azul clara que finalizou com muito bom gosto meu carro chefe.

Meio da tarde, reunião de negócios em um bar da capital de SP, local elegante e bastante elitizado, o local em si, bastante agradável, madeiras escuras, aconchegante, sigo com a reunião, mas algo diferente acontecia, eu estava perdendo aquela briga de lavada, não conseguia focar nos assuntos e concordava com acordos totalmente fora de uma realidade usual para mim.
Havia, mesas adiante, uma mulher que me chamou muito a atenção, apenas sorrindo entre os presentes à mesa, não abriu a boca para falar em momento algum, apenas servindo de visual em um contexto que eu não fazia a menor ideia.

Você aceita? E eu concordava com tudo, nem ouvia os termos, apenas concordava e permanecia totalmente vidrado naquela mulher.

Em dado momento, vejo que as pessoas se agitaram naquela mesa e começaram a se levantar, talvez se eu fosse atrás conseguiria ouvir algum nome ou marca que me dessa alguma coordenada de como encontra-la, sem ser invasivo o bastante pedindo qualquer contato.
Pedi licença aos presentes na reunião, dei qualquer desculpa esfarrapada e segui atrás do grupo, já próximo das 18h. Por ser uma estação do ano fria, normalmente a escuridão chega cedo e com ela, como em qualquer capital do mundo, o transito fulminante.

Vejo-a na porta, distribuindo beijos e ficando para trás na fila do taxi, do uber, e imagino que vá embora no carro comercial da empresa, porem o mesmo chega e 2 dos mais velhos entram e partem, ficando apenas ela, sozinha, um vestido comportado, sapato preto, bolsa de mão, cabelos bem penteados, brincos brilhantes, e descobri um caminhar extremamente sedutor quando a pé ela partiu deixando o local, segui a moça com distância, até que ela parou em um ponto de ônibus.

Bom eu cheguei tentando ser o mais casual possível encostando na parte de fora do ponto, tinha apenas uma pequena fresta onde podia tentar achar qualquer indicio de como conhece-la. E para meu desprazer em um movimento para pegar o celular puder o brilho intenso de uma aliança em sua mão esquerda.

Desacreditado porem com bastante interesse, fico apenas matando tempo ate que vá embora para que eu possa pedir meu taxi e pensar no que diria para minha empresa sobre a merda de reunião que eu tinha, de péssimo grado, conduzido. Vejo então ela puxar o celular e começar a mastigar conversas atrás de conversas, os dedos rápidos digitando uma serie de palavras entre risos, e uma foto surgiu, não conseguia ângulo para ver a imagem mas podia claramente ver que se tratava de nudes e sem o menor pudor ela respondeu com outro de sua galeria, qual o espanto, com certeza era para o marido, e ela continuava escrevendo e rindo. Logo seu ônibus chegou, e por coincidência este passava muito, muito próximo da minha casa, e como o transito estava caótico já, pensei, que mal pode haver entrar neste ônibus e curtir a “companhia” dela por mais alguns momentos.

Mal podia esperar que seriam muitos momentos, começou a chover e com isso o transito estacionou de vez. Por sorte havíamos entrado antes da chuva e isso proporcionou lugares, mesmo que os menos confortáveis em cima das caixas de roda do coletivo. Ela sentou-se ao lado da janela e eu pedi para sentar-me ao lado dela, gastando meu primeiro trunfo, um apelo visual clássico, fazendo uma cara de cachorro pidão e com um sorrisinho de canto de boca consigo uma resposta rápida, –É claro! Disse ela.

Logo de cara já me reconhece, e diz, - Você estava no restaurante agora pouco né? Digo que sim e deixo que ela continue. – Me lembro de você, na verdade me lembro de você olhando fixamente para mim. Nos conhecemos? Disse ela.

Peço desculpas e digo que se lhe houvesse incomodado que me perdoasse apenas havia gostado bastante do sorriso que ela distribuía na mesa e neste momento ela sorriu disse que não havia lhe incomodado de forma nenhuma e pediu espaço para uma ligação rápida no celular.

O Ônibus enchia rápido, a chuva caia forte, os vidros embaçados, e eu meio arrependido de ter entrado nele para ficar parado por horas até que chegasse em casa. Atencioso ao que ela dizia no celular eu posso ouvir a seguinte conversa, “- Sabe aquele cara do trabalho, me mandou uma foto dele, quase não acreditei, e obvio ne amiga, eu mandei uma também. ” Eu parei de ouvir a conversa neste instante, apesar de casada ela gosta de trocar figurinhas, interessante.

Fico então esperando que ela desligue a chamada, o que demorou um pouco para ser sincero, mulheres e seus telefones, um caso a ser analisado com toda certeza.

A chamada termina e puxo assunto, onde trabalha, reunião de negócios, vamos vagando entre assuntos, comidas, artes, musica, peças de teatro, series de TV, bastante interessante a miscigenação de gêneros que ela podia consumir, e enquanto ela falava eu apenas prestava atenção nela, dentes lindos, alinhadíssimos, cabelo penteado de lado fazendo um leve topete, um esboço de covinhas quando sorri, olhos grandes, cílios longos, um pequeno pircing no nariz, a pele maquiada, extremamente de bom gosto. Linda.

Tomado por esta imagem eu interrompo o assunto, no qual ela dissertava, você é muito bonita sabia, desculpe me intrometer, mas obviamente não pude deixar de notar. A deixa foi muito bem aproveitada por ela devolvendo na mesma moeda e elogiando meu cabelo já com indícios de que logo mais estarei grisalho. E elogiou também o conjunto da obra ligando o rosto a indumentária completa.
Começamos então a conversar sobre assuntos mais “relevantes” falando de vida e amores, desejos e vontades, e eu podia ver que ela estava bastante à vontade com isso. O ônibus em si, não tinha mais um espaço livre, as pessoas se amontoavam em todo e qualquer vão que podiam, mal tínhamos ar fresco para respirar, pessoas voltando de seus trabalhos, cansados, tendo de enfrentar horas em uma lata de sardinha para chegarem em suas casas. Mas eu não podia reclamar de nada, estava muito bem acompanhado e porque não, à beira de um convite, quem sabe.
Certa altura desta conversa ela me diz sobre uma fantasia que ela tinha de sexo em público, o tesão tomou conta desta mulher, mordia os lábios enquanto falava sobre possibilidades perdidas, sobre medo, sobre tentativas frustradas, e enquanto ela falava minha rola começou a encher-se de sangue, ficando bastante difícil de esconder na calça do terno, e obviamente ela viu. Olhou para o volume na calça, olhou para os meus olhos e passou a língua nos lábios, virando-se um pouco de lado e entreabrindo a perna eu pude ver que ela não vestia calcinha, apesar de estarmos no banco alto do ônibus, era difícil que alguém visse algo, era uma multidão dentro do coletivo, mas o fato de alguém ver era o que realmente incendiava a bucetinha dela.

Peguei na mão dela e olhando no fundo dos olhos eu comecei a trazer a mão dela por sobre minha calça, para que ela sentisse minha rola dura palpitando junto com as batidas já aceleradas do meu coração. Ela passou a mão por cima da minha calça e pediu que trocássemos de lugar, me encostando contra o vidro do ônibus e ficando de lado para o resto do público lá presente. Começou então a movimentar a mão por cima da minha calça e foi ficando completamente cega com a situação, algumas pessoas notaram a cena, e voltaram-se para assistir.

Eu apesar de estar dominado pela vontade, estava também de muitas formas receoso da consequência destes atos. Ela não estava nem um pouco preocupada, pelo menos não demonstrava estar, e sem cerimônia abriu meu zíper e colocou meu pau para fora, algo que poucos viram pois ela caiu de boca tão rápido quanto pode e começou a sugar minha rola inteira. Chupava a cabeça, descia lambendo pelos lados, enfiava a rola inteira na boca, e eu perdendo completamente o controle peguei firme em sua nuca e segurava-a para limitar o movimento que se tornou notório a praticamente todos os viajantes do ônibus.

Percebi então em meio aos incrédulos expectadores, uma mulher que de olhos praticamente arregalados, olhava histérica para o que estávamos fazendo, vidrada na cena ela abria espaço entre as pessoas para chegar perto, e podia ver que aquilo estava deixando ela também muito muito excitada. Vestia um vestido preto, parecia um tecido de malha ou algo parecido, modelando o corpo, seios grandes, bicos grandes deliciosos praticamente furando o tecido.
A doida em mim não parava 1 segundo, as vezes parecia nem respirar de tão feroz que devorava minha rola, volto o olhar mais uma vez para a mulher da plateia, ela se esforça para passar entre as pessoas quando entra em um vão e se encaixa na frente de um homem, que apenas como um comentário, tinha um cabelo marcante, uma espécie de William bonner do subúrbio, e em frente a este cara ela começa a se mexer no pouco espaço que tinha, e logo vejo seu vestido subir, será que o cara estava enfiando a pica nela dentro do ônibus ? E eu achando o máximo estar sendo chupado em público, forçava o pescoço da minha safada sobre meu colo, enquanto olhava nos olhos da outra mulher recebendo uma rola na buceta, as pessoas se apertando em volta, o ônibus balançava nos buracos e quando presto atenção, tem um terceiro cara, cabelo degrade, barba rala, braços grandes, vestindo laranja, com a rola pra fora dura, esfregando na buceta da mulher que me chupava, que coisa de maluco, via tudo sentindo um tesão absurdo com a chupada que recebia, a mulher do vestido deixava bastante claro agora o que estava acontecendo, e o intruso esfregava a rola na bunda dela na minha frente, até que vejo a mulher de pé tomar um tranco e fazer uma cara de dor, mas ao mesmo tempo morder os lábios e colocar a mão na buceta mexendo freneticamente no seu próprio clitóris, e imagino ser eu a estar comendo aquela bunda agora, enfiando minha rola inteira no cuzinho dela. E vejo ela começar a se perder, perder o controle dos braços, as pernas tremendo, a vontade de explodir em gemidos era totalmente clara. Forço ainda mais a cabeça da minha vadiasinha contra meu pau duro, o cara de laranja seguia desesperado tentando entrar de vez na brincadeira, e a mulher de pé sendo enrabada pelo cara com o cabelo do bonner.

Não posso dizer isso com toda razão, mas acredito que neste momento nós quatro gozamos, eu inundei a boca da moça sem nome, o bonner gozou no cu da gostosa de pé, a gostosa claramente gozou mais de uma vez no processo, e a minha safada, disse que teve uma viagem inesquecível e uma incrível história para contar. Uma pena para o cara de laranja que passou uma viagem com o pau na mao.

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