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Aventuras de Vanessa - Escrava do borracheiro 2 - Arrependida da promessa

Este conto é a continuação dos contos “Borracheiro, “De volta ao borracheiro” e do último “Escrava do borracheiro – Promessa é dívida”.
Quando tudo começou a acontecer eu tinha 17 anos e a minha escravidão durou quase dois anos. Até que alguém me reconheceu e contou para o meu padrasto que foi lá acabar com tudo. Foi o fim da escravidão.
Essas histórias são verídicas e quem quiser comprovar pode dar uma passadinha na tal borracharia e verá que logo na entrada já tem duas calcinhas minhas penduradas do lado do relógio, junto com alguns pôsteres de mulheres nuas e no quartinho junto com outros pôsteres tem duas fotos grandes minhas de corpo inteiro, pelada, com um boné e de óculos escuros é claro. O Manoel havia tirado essas fotos na segunda vez que eu estive lá.
Eu tinha pensado em parar de ir lá na borracharia depois da última vez, pois havia sido humilhada e exposta demais. Mas como o Manoel tinha ido lá na porta da minha casa me falando que sabia de muitas coisas da minha vida e da minha família, eu fiquei com medo dele fazer alguma coisa comigo e todo mundo ficar sabendo de tudo. Eu realmente estava nas mãos dele. Teria que continuar sendo sua escrava.
Fui lá no sábado seguinte ao dia em que ele apareceu na porta de casa. Fui novamente com uma roupa discreta: calça jeans e uma camiseta fechada.
Cheguei lá por volta de 09hs da manhã, pois ele tinha pedido para ir cedo. A borracharia estava vazia. Manoel me viu e deu um sorriso, mas logo veio me xingando. Chegou tarde sua puta, eu falei para você chegar cedinho.
Eu disse:
- Mas estou chegando mais cedo do que da outra vez.
Manoel chegou perto e pegou no meu rosto e olhando dentro dos meus olhos falou:
- Eu abro essa porra aqui às 07hs da manhã e da próxima vez eu quero que você já esteja aqui quando eu chegar, entendeu?
Eu apenas acenei com a cabeça concordando.
- E não me venha mais com essas roupinhas sem graça. Quero que você venha pra cá gostosa do jeito que te vi ontem. Ou então mais gostosa ainda, mais sexy. Mas sempre de calcinha pra eu guardar de recordação. Entendeu?
Eu acenei com a cabeça dizendo que sim, então ele me soltou.
Ele me pegou pelos cabelos na nuca e me deu um beijo na boca, enfiando a língua quase na minha garganta.
Ele mandou eu ir para o quartinho e tirar a roupa. Paulo ainda não estava lá. Entrei e tirei a minha roupa. Manoel pegou elas das minhas mãos e guardou no armário, trancando elas. Menos a minha calcinha, que ele cheirou e depois pendurou junto com as outras duas.
Ele veio e me abraçou e ficou me beijando e chupando meus peitos. Ele mordia e ficava brincando com os biquinhos. Depois ele me deitou sobre a pilha de pneus e abriu minhas pernas, caindo de boca na minha bucetinha. Ficou chupando um tempão alisando o meu grelinho e meu cuzinho. Eu acabei gozando na boca dele, com ele enfiando a língua dentro da minha bucetinha e com o dedo enfiado no meu cuzinho.
Nesse momento chega o Paulo com uma câmera digital filmando a cena. Eu levei um susto e tentei virar o rosto para ele não me filmar, mas já era tarde. Ele já tinha me filmado enquanto eu estava gozando e estava de olhos fechados. E Manoel mandou eu olhar para a câmera que ele queria guardar para eles assistirem depois, quando eu não estivesse ali, para poderem bater punhetas.
Ele mandou eu me levantar e fazer várias poses. Filmaram de close a minha buceta, meu cuzinho, meus peitos e meu rosto. Mandaram eu falar um monte de coisas, comprometedoras tipo:
- Eu sou uma putinha. Sou sua escrava, pode fazer o que você quiser comigo. Vem, me come. Meu cuzinho está doido pra levar uma vara, vem mete nele. Mete na minha bucetinha, goza dentro dela, me enche de porra. Me dá o seu leitinho pra eu beber.
E nisso ele ia mandando eu ficar de 4, deitar na pilha de pneus e abrir as pernas, ficar deitada de barriga para baixo e empinar a bundinha, abrir minha bunda para mostrar meu cuzinho. Eles colocaram os paus pra fora e mandaram eu chupar. Cada hora um filmava o outro sendo chupado. Manoel filmou de close quando o Paulo gozou na minha boca e mandaram eu ficar abrindo a boca, mostrando a quantidade de porra e eu engolindo ela, lambendo os dedos e o que tinha escorrido pelos cantos da minha boca.
Depois da sessão de filmagem e de fotos, me deram uma folguinha, mas eles mandaram que eu ficasse sentada lá fora, no banquinho. Fiquei lá apreensiva, pois a qualquer momento um carro poderia entrar com algum cliente, ou alguém lá da rua poderia me ver. Eu ficava o mais encolhida possível, mas Manoel toda hora mandava eu ficar com os peitos empinados e com as pernas abertas. Quando ele não estava olhando eu me encolhia de novo.
Eles ficaram tomando café e comentando o que iam fazer comigo. Eles me ofereceram café, mas eu há havia tomado em casa, pois sabia que teria um longo dia pela frente.
Depois que terminou, Manoel mandou eu me levantar e sentou no banquinho com o pau para fora do macacão. Ele mandou eu sentar no pau dele de frente para ele. Eu fui abaixando, sentindo o pau dele entrar na minha bucetinha. Ele pegava nos meus peitos e chupava eles. Quando entrou tudo ele mandou eu ficar rebolando e ficou apreciando a cena. Paulo estava olhando com o pau já duro, alisando ele por cima do macacão. Manoel me agarrou pelos cabelos beijando a minha boca. Ele me beijou e chupou o pescoço, minha orelha me babando toda. Depois ele mandou eu me virar e sentar com o cuzinho no pau dele. Sentei devagarinho, a cabeçona do pau dele custou para entrar. Ele me puxou pela cintura fazendo a cabaça entrar, dei um grito e ele mandou eu rebolar, fazendo o pau dele ir sumindo devagarinho dentro de mim. Ele abriu mais as minhas pernas, me deixando com a bucetinha toda arreganhada para quem passasse na rua ver. Ele ficava apertando meus peitos e gemendo. Mandava eu ficar cavalgando ele. Paulo estava na porta, vigiando para avisar se alguém estivesse passando, mas toda hora ia para perto da gente para ver a cena.
Fiquei uns 15 minutos cavalgando e rebolando no pau do Manoel, quando ele começou a urrar dizendo que estava gozando. Senti a porra quentinha dele dentro do meu cuzinho. Eu me levantei e antes que pudesse falar alguma coisa, Paulo já foi tirando o pau pra fora do macacão dizendo que era a vez dele. Ele fez a mesma coisa, sentou-se no banquinho e mandou eu sentar de frente para ele. Chupou meus peitos, me beijou e depois mandou eu me virar. Sentei no pau dele com o cuzinho e fiz as mesmas coisas que tinha feito com o Manoel. Só que dessa vez Manoel ao invés de ficar na porta vigiando, ficou na minha frente esfregando meu grelinho, fazendo com que eu tivesse vários orgasmos, um atrás do outro.
Quando eu estava gozando pela quarta vez no pau do Paulo, ele começou a gozar dentro do meu cuzinho. Gritei alto, esquecendo que estava ali na borracharia, quase na rua, exposta para quem passasse na porta e olhasse para dentro.
Nessa hora entrou na borracharia a caminhonete velha da última vez que eu fui lá. Eram os mesmos caras, o mulato coroa e o negro, que tinham me comido da outra vez. Manoel tinha ligado para eles, combinando tudo. Eles tinham falado da outra vez que queriam passar o dia com a gente, me comendo mais vezes. Manoel falou para eles deixarem a caminhonete do lado de fora, pois não queria fechar a borracharia e queria deixar a área livre para me deixar à mostra. O mulato ainda falou para ele fechar, para a gente ficar o tempo todo na putaria, mais tranqüilos, mas o Manoel falou que não precisava fechar. Eles iam fazer todas a putarias do mesmo jeito, com a borracharia aberta e ele ainda poderia atender os seus clientes. Afinal eles eram em 4 dessa vez para ficarem se revezando comigo.
Dessa vez Manoel me apresentou para seus amigos, o mulato se chamava Cléber e o negro Douglas. Manoel disse à eles que eu me chamava Vanessa. Eu fiquei surpresa, pois não tinha falado o meu nome para ele nenhuma das vezes que eu tinha ido lá. E ele nunca tinha me chamado pelo meu nome, era sempre putinha, piranha, vadia, escrava, etc. Mas pensando bem, da mesma forma que ele sabia da minha família e dos nossos horários, com certeza ele ficou sabendo do meu nome. E se bobear ele sabia também os nomes da minha mãe, do meu padrasto e do meu irmão. O que mais será que ele sabia a meu respeito?
O Cléber me pegou pelo braço e foi me levando para o quartinho. Manoel disse à ele que se ele quisesse podia me comer aqui mesmo no meio da borracharia. Mas Cléber não quis, disse que era arriscado demais alguém ver e poderiam chamar a polícia. Ele não queria confusão.
Ele me levou para o quartinho e Douglas foi atrás de nós. Eles já foram tirando a roupa e me agarrando. Cléber me abraçou beijando a minha boca. Seu pau já estava duro e encostando na minha barriga. Enquanto isso Douglas beijava a minha bunda abrindo ela com as mãos para ver o meu cuzinho.
- Nossa que saudade desse cuzinho gostoso. É o cuzinho mais lindo e mais gostoso que eu já comi. Vou meter nele muito hoje e encher ele de porra.
Então ele se levantou e me abraçou, encaixando seu pau no meio das minhas pernas. O pau dele era grande e ficava com a cabeça dele aparecendo entre os lábios da minha buceta. O mulato Cléber riu, dizendo que parecia que o pau era meu. Douglas ficou esfregando o pau dele um tempo na minha buceta e como eu já estava excitada, meus líquidos iam lubrificando o pau dele, deixando ele brilhando. Cléber mandou ele tirar o pau dele porque já queria enfiar o dele dentro da minha bucetinha. Douglas segurou uma das minhas pernas para cima fazendo com que eu ficasse abertinha para o Cléber meter. O pau dele era normal, mas era grosso. Senti o pau dele entrando e abrindo a minha buceta. Como eu já estava lubrificada ele entrou fácil, mas apertado. Cléber deu um gemido dizendo:
- Caralho, que bucetinha macia e gostosa. Entrou fácil mais ela é apertadinha. Encaixa o meu pau certinho. Que putinha gostosa.
- Vanessinha, você é mais nova do que a minha filha. Tem idade para ser minha neta sabia? Transar com você e gozar dentro dessa sua bucetinha me dá muito tesão, mais do que o normal.
Depois ele ficou encaixado dentro de mim e segurou a minha perna para que o negro Douglas pudesse enfiar o pau dele no meu cuzinho. O pau dele era maior e entrou com mais dificuldade. Depois que ele conseguiu enfiar tudo os dois ficaram metendo juntos, um na frente e outro atrás. Eu sentia os dois paus entrando e saindo da minha bucetinha e do meu cuzinho, mas parecia que eles estavam no mesmo buraco. Eles abaixaram a minha perna, mas eu mal conseguia ficar em pé. Tinha que ficar na ponta dos pés mas tinha hora que eles metiam juntos e me levantavam do chão. Eu segurava no pescoço do Cléber para não cair em quanto Cléber me segurava pela cintura e Douglas pelos ombros. Paulo estava com a câmera filmando a nossa foda. Ele pegava closes dos dois paus entrando e saindo de mim. Para dar uma visão melhor, Cléber levantou as minhas duas pernas e mandou eu cruzá-las em volta da cintura dele. Paulo se abaixou e disse que dava para ver tudinho, que era lindo ver os dois paus entrando e saindo dos meus buracos. Ele filmou meu rosto de sofrimento e prazer. Cléber e Douglas pediram para ele não filmar o rosto deles, pois eram casados.
Depois de uns 15 minutos Douglas começou a gozar, enchendo meu rabinho de porra. Depois ele ficou parado enquanto Cléber acelerava as metidas. Logo ele também estava gozando, enchendo a minha bucetinha de porra. Eu gozei junto com ele. Gemi alto e eles riram, dizendo que eu havia gostado de dar para eles.
Os dois saíram de dentro de mim e um rio de porra começou a escorrer pelas minhas pernas. Eles mandaram eu chupar o pau deles para limpar. Depois vestiram as roupas e foram lá fora conversar com Manoel e Paulo.
Os quatro ficaram tomando cafezinho comentando do que eles sentiam e o que queriam fazer comigo mais tarde. Eu fiquei deitada no chão, esgotada. Olhei para o relógio na parede e ainda eram 10:30 e já tinha levado 4 gozadas dentro de mim de 4 homens diferentes.
Manoel me chamou lá para frente e mandou eu me sentar no meio deles em cima do pneu de caminhão de pernas abertas. Eles estavam à minha volta e ficaram olhando a minha bucetinha e meu cuzinho escorrendo porra. Manoel mandou Paulo pegar um pedaço de papel higiênico para me limpar. Depois mandou eu ficar sentada no colo dele, de lado, e ele ficava abraçado comigo. Eles ficaram conversando e rindo. De vez em quando um passava a mão em mim, nas minhas pernas, no meu rosto, nos meus cabelos e nos meus peitos. Diziam que eu era muito linda e gostosa e muito safada e quente. Cléber disse que não entendia ainda como é que uma menininha tão nova e linda como eu ia lá para ser comida e tratada como uma escrava por vontade própria, sem ser forçada. Manoel contou novamente como tudo tinha começado. Que eu tinha ido lá para consertar o pneu da bicicleta e não tinha dinheiro para pagar, então ele falou que eu poderia pagar de outra forma e eu aceitei. Mas aí eu falei que ele tinha falado que só ia olhar e que não ia encostar em mim, por isso eu tinha aceitado. Mas aí ele falou:
- É, mas depois eu fui avançando e você não falou nada e foi deixando. Fala a verdade, você estava gostando e queria ser comida por um macho de verdade. Aposto que foi por isso que você veio aqui, e a bicicleta foi só uma desculpa, ainda mais que você veio aqui na primeira vez de saia e sem calcinha. Já tava querendo dar.
Eu reclamei dizendo que não:
- Não é verdade, eu vim aqui pra consertar o pneu da minha bicicleta e só vi que não tinha dinheiro depois que você já tinha consertado, senão eu não ia mandar consertar. E eu não falei nada na hora que você veio pra cima de mim porque eu fiquei com medo.
- Mentira, você gostou e até fechou os olhos quando eu peguei no seu peito.
- Mais eu me assustei e você foi me empurrando pra cima daquela pilha de pneus lá dentro e me fez cair praticamente deitada em cima dela e eu tentei sair mais você me segurou.
- Claro, eu ia deixar passar um tesãozinho desses que estava no papo? Além disso quando eu caí de boca na sua bucetinha você gostou tanto que até parou de se debater e ainda gozou na minha boca rapidinho. Aí eu aproveitei para meter meu pau na sua bucetinha gostosa.
Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, Manoel mandou eu calar a boca e ocupar ela com algo mais interessante e pôs o pau dele para fora e mandou eu chupar. Fiquei ajoelhada na frente dele mamando em seu cacete. Os outros 3 também colocaram o pau pra fora e eu tive que ir chupando um por um. Eles não estavam nem aí para as pessoas que passavam na rua.
Manoel falou que estava querendo fazer alguma coisa diferente, se levantou e falou que ia dar uma volta comigo, mas que ele não queria que eu usasse a roupa que eu fui. Ele foi no quartinho lavar as mãos e saiu para comprar alguma coisa para eu vestir. Enquanto isso eu fiquei lá com os 3 passando a mão em mim enquanto eu chupava os paus deles.
Depois de meia hora, Manoel voltou com um vestidinho vermelho, justinho com um decote grande na frente e pelado nas costas, hiper pequeno. O vestido devia ser uns dois manequins menores do que o meu. Ele mandou eu ir no banheiro me limpar, pois estava com o rosto e o corpo todo sujos.
Manoel me deu o vestido e mandou eu vestir. Ele custou para entrar, o Manoel teve que me ajudar a puxar o vestido para baixo de tão justo que ele ficou em mim. Meus peitos estavam quase de fora pois o decote ia até quase o meu umbigo e a parte que cobria os seios era bem pequena, apenas uma tira de tecido. Meus seios não são grandes, mas são durinhos e nesse vestido parece que ficaram maiores. Os bicos dos seios estavam quase aparecendo. O rosadinho da auréola que fica em volta do biquinho estava até aparecendo um pouquinho. O vestido era tão curto que só ia até o final da curva da minha bunda. Não cobria nada das minhas coxas. Na frente ficava só uns dois centímetros abaixo da minha bucetinha e ele não queria que eu colocasse nada. Sentia como se ela estivesse de fora. Como eu tinha ido de tênis, não tinha nada para calçar então Manoel mandou eu ir descalça mesmo. Paulo pegou a câmera e tirou algumas fotos, algumas de baixo para cima, para aparecer um pouco da minha bunda e da minha buceta por baixo.
Manoel pegou na minha mão e saiu me puxando para a rua. Eu não queria sair daquele jeito, estava muito exposta e por mais que estivesse um pouco longe de casa, a borracharia ficava numa das ruas que iam para a minha casa e algum conhecido poderia passar por ali e me ver.
Quando já estava na rua Manoel me puxou mais para perto dele, ele queria que eu andasse junto dele, como se fosse a sua namorada. Passamos em frente ao buteco que a essa hora estava cheio. Era quase meio-dia e estava cheio de bêbados lá. Todos os homens começaram a mexer comigo e com o Manoel dizendo coisas do tipo:
- Ê Manel, ta com a bola toda heim? Traz essa gata aqui pra gente dar um trato nela.
- Que gostosa Manel. Cê ta comendo ela? Deixa eu comer ela também.
- Ela é sua namorada ou sua filha Manel? Se for namorada divide com a gente, se for sua filha me apresenta pra ela sogrão.
E mais um monte de coisas desse tipo. Eles assoviavam e gritavam chamando a atenção da rua toda. Eu estava morrendo de vergonha e não sabia onde enfiava a minha cara. Eu tentava esconder meu rosto colocando meus cabelos na frente, mas o vento descobria a minha cara.
Andamos mais um pouco e passamos em frente ao restaurante que estava cheio de gente almoçando e o garoto estava na porta ajudando a servir. Quando ele me viu, correu para dentro para chamar o dono. O velho apareceu correndo e ficou me olhando sorrindo. Ele disse bem alto:
- Eita Manel, mais ela ta mais gostosa ainda com essa roupinha heim? Depois não esquece de mim viu? Vou lá levar a marmita para vocês pessoalmente.
Todo mundo que estava almoçando parou para olhar para mim. Imagino o que deviam estar pensando. E dessa vez não eram só homens como no buteco. Havia várias mulheres lá também e uma família com uma garota mais ou menos da minha idade e um garoto de uns 11 anos. Só vi a mãe deles balançando a cabeça em sinal de reprovação e falando alguma coisa com o marido.
Um pouco mais à frente havia uma loja que vendia de tudo e havia sapatos também. Entramos lá, era um lugar pequeno e tinha só 3 cadeiras para os clientes sentarem e o corredor era tão estreito que o cara ficava colado na gente. Manoel mandou eu sentar para experimentar uma sandália, para eu não ter que ficar andando descalça, pois o chão estava quente. Não tinha como eu me sentar sem que a minha buceta ficasse à mostra. Se eu cruzasse as pernas a minha bunda apareceria embaixo. Então fiquei com as pernas juntas e com a mão na frente, tampando a visão do dono da loja. Como eu estava com os pés sujos, o dono da loja falou que eu deveria limpar os pés antes de experimentar. Ele trouxe um pano úmido para eu limpar e me entregou para que eu mesma me limpasse e assim não teria como eu esconder a minha bucetinha. Ele estava ajoelhado bem na minha frente só esperando para ver um lance. Manoel estava sentado ao meu lado só achando graça. Eu tive que praticamente abrir as pernas para poder limpar meus pés e assim eu deixei a minha buceta toda à mostra para o homem que estava praticamente a meio metro de mim. Ele nem disfarçou e arregalou os olhos quando viu a minha bucetinha. Como ele viu que o Manoel estava fazendo de propósito, me exibindo para ele, então ele pegou no meu pé para enxugar com outro pano seco que estava com ele, passando o pano bem devagar apreciando a paisagem. Eu tentei segurar o meu vestido para tampar, mas Manoel segurou a minha mão e mandou eu deixar ela de lado para que ele pudesse ver tudo. O homem colocou meu pé em cima do pau duro dele, para que eu sentisse o tamanho que ele já estava. E como ele estava ajoelhado, minha perna ficou um pouco para cima, fazendo com que o vestido subisse praticamente para a minha cintura. Se tivesse outros clientes na loja, todos poderiam ver a minha buceta. O homem mandou eu limpar o outro pé também, enquanto ele segurava o outro. Tive que fazer um malabarismo para conseguir e assim eu tive que abrir ainda mais as minhas pernas ficando com elas bem arreganhadas para ele. Com isso ele deve ter visto não só a minha bucetinha mas também o meu cuzinho, pois eu dei uma escorregada para baixo. Depois ele pegou o meu pé para secar e o colocou praticamente na direção do seu rosto, e não tirava os olhos da minha bucetinha e do meu cuzinho. Ele até passou a língua nos lábios, como que está diante de uma deliciosa refeição.
O homem me fez experimentar umas 5 sandálias, só para poder aproveitar e ficar mais tempo olhando a minha bucetinha. A cada sandália que eu calçava ele mandava eu ficar em pé e andar para experimentar e ver se ficou boa ou se machucava meus pés. Mas ele continuava abaixado só para ter uma visão de baixo enquanto eu andava pra lá e para cá dentro da loja. Ele estava com o pau duro debaixo da calça. Para mim qualquer sandália servia, eu não estava nem aí se ela combinava com o vestido, se era bonita ou feia, e nem se estava pequena ou grande. Eu só queria sair dali. Quando eles acharam uma sandália de salto médio que ficou boa em mim Manoel falou que levaria essa. Com o salto eu ficava mais empinada e meu bumbum se destacava mais ainda naquele micro-vestido. Quando o Manoel perguntou o preço, o dono da loja falou que se ele deixasse eu ficar com ele atrás do balcão só por alguns minutos, ele poderia levar a sandália sem pagar nada.
Manoel concordou e mandou eu ir como homem para trás do balcão e ficou do lado assistindo. O homem se abaixou e levantou o meu vestido caindo de boca na minha bucetinha. Ele beijou e lambeu, depois levantou uma de minhas pernas e enfiou a língua dentro dela. Eu estava encostada em uma mesa atrás do balcão e de frente para a porta da loja e o Manoel estava logo do nosso lado vendo tudo. Depois o homem se levantou, afastou o tecido do decote descobrindo meus seios. Ele admirou eles por um tempinho, passando as mãos e logo caiu de boca. Depois ele me encostou no balcão ainda de frente para a porta, mas ele ficando atrás de mim. Ele beijava e lambia a minha bunda, enfiava a língua no meu cuzinho e enfiava um dedo na minha bucetinha. Ele viu que eu estava toda molhadinha e falou:
- Hummm, mas a safadinha está gostando da brincadeira é? Então vou te comer todinha sua putinha.
Ele se levantou e tirou o pau pra fora e meteu sem cerimônias na minha bucetinha. O pau dele entrou direto até o fim, eu dei uma gemida e ele disse:
- Nossa, mas que buceta mais gostosa. Macia, quente e apertadinha. Que delícia. Onde você arrumou essa putinha Manel?
Manoel falou que eu era uma cliente muito especial e era escrava dele. O homem falou então que eu poderia ser cliente especial dele também e que poderia ir lá sempre que eu quisesse escolher uma sandália ou sapato para mim, de graça.
O homem que se chamava Afonso, começou a meter mais rápido e já estava sentindo que ia gozar. Ele então tirou o pau dele e enfiou no meu cuzinho, que aceitou o intruso direto.
- Hummm, bem que eu desconfiei que esse cuzinho já estava acostumado a levar pau. Aposto que o Manel ta comendo ele direto né?
O Manoel riu e disse, eu e meus amigos. A gente já comeu esse cuzinho várias vezes.
Afonso disse que meu cuzinho ainda era muito gostoso e apertado mesmo assim e logo começou a gozar dentro dele. Ele falou que era casado e não queria encrenca engravidando uma putinha. Por isso ele gozou no meu cuzinho e não na minha buceta. Ele tirou o pau e a porra começou a escorrer. Ele me deu o pano que estava no ombro dele para me limpar. Eu saí de trás do balcão e já estávamos saindo da loja quando entram duas mulheres na loja. Por pouco elas não nos flagram transando ali. Elas ficaram me encarando e me olhando de cima embaixo e estranhando eu sair de mãos dadas com um cara todo sujo com macacão e aparentando ser bem mais velho do que eu, e não parecendo em nada com pai e filha.
Saímos andando pelas ruas e agora de sandálias de salto eu rebolava naturalmente, chamando ainda mais atenção de todos para a minha bunda e para o tamanho do meu micro-vestido.
Teve namorada ou esposa tampando os olhos do companheiro, para que ele não ficasse olhando para mim. Manoel ficava só olhando e rindo. E como eu não tinha coragem de ficar olhando para as pessoas, Manoel ia me falando da reação das pessoas.
Mais à frente havia um supermercado grande. Manoel me levou até lá e o segurança da porta ficou olhando para a gente achando estranho. Lá dentro ele pegou um carrinho e mandou eu ir na frente e ir pegando qualquer mercadoria e ir colocando dentro do carrinho. Mas ele mandou eu me abaixar devagar e ficar um tempinho ajeitando as mercadorias. Assim a minha bunda e a minha buceta ficavam aparecendo. Manoel seguia um pouco distante, mais atrás dela, olhando a reação das pessoas. Várias pessoas, homens e mulheres viam eu me abaixando e ficavam olhando. Os homens pareciam hipnotizados, as mulheres algumas ficavam olhando balançando a cabeça ou então viravam para outro lado. Algumas pessoas ficavam olhando para trás e para os lados achando que era alguma pegadinha e devia ter alguma câmera escondida filmando tudo, como nos programas de TV. Quando eu estava ajeitando umas latas dentro do carrinho, passou uma família e todos param quando viram a cena. A mulher bateu no marido e mandou ele parar de olhar, e ficou tampando os olhos do filho que tinha uns 12 ou 13 anos. O garoto ficava tentando ver, afinal nessa idade ele já sabia direitinho o que era aquilo que ele estava vendo. A mulher saiu praticamente arrastando o filho e o marido dali. E eu continuava na posição como se nada estivesse acontecendo. Eu andava de um lado para outro, me abaixando e me mostrando para outras pessoas. Aquilo estava me deixando com tesão, pois apesar de estar fazendo isso obrigada pelo Manoel, era uma das minhas fantasias, ficar me exibindo.
Logo depois chega o gerente do supermercado, eu estava agachada, então não estava “na pose”. O gerente veio me falando que algumas pessoas haviam reclamado de mim, pois eu estava tendo “uma conduta não adequada para o ambiente”, pois ali era um lugar público e familiar. Eu fingi que não entendi e continuei agachada, mas eu me virei de frente para o gerente que arregalou os olhos, pois ele teve uma visão da minha bucetinha inteira, além de ver de cima um dos bicos dos meus seios que tinha saído pelo decote do vestido. O gerente começou a gaguejar e a engasgar. Eu me levantei e perguntei se estava tudo bem. Eu estava com uma lata de sardinhas na mão e me abaixei para colocá-la no carrinho, de costas para o gerente, fazendo com que ele tivesse a visão que tinha causado tantas reclamações. Fiquei um tempinho arrumando o carrinho para que ele pudesse ver bem a minha bucetinha e o meu cuzinho. Quando eu me levantei, ajeitei o vestidinho e me virei para ele perguntando:
- O que você estava falando mesmo? Eu não entendi nada.
O homem não conseguia falar e não tirava os olhos do biquinho do meu peito. Então eu olhei para o meu peito e fingi que não sabia que ele estava de fora e arrumei o vestido toda envergonhada, me fazendo de tímida. Pedi desculpas para o gerente falando que não sabia que meu peitinho estava aparecendo. Eu já ia me virando para continuar andando, mas o gerente me pegou pelo braço e conseguiu falar alguma coisa:
- Espera aí mocinha. Não era só isso não. Alguns clientes também reclamaram que o seu vestido é curto demais e quando você se abaixa para colocar alguma coisa no carrinho a sua bunda fica de fora.
Eu me fiz de assustada e puxei o vestidinho mais para baixo dizendo:
- Nossa, jura? Eu sou tão distraída que nem percebi. Não sabia que quando eu me abaixava aparecia alguma coisa. Me desculpe.
Eu olhei para o Manoel e ele estava rachando de rir. E uma das mulheres que tinha reclamado estava olhando de longe.
Eu dei um beijinho no rosto do gerente e falei que isso não ia mais acontecer e continuei andando com o carrinho. O gerente ficou parado me olhando e logo falou alguma coisa pelo rádio. Logo dois seguranças ficavam andando perto de mim, um na frente e outro atrás. Quando eu me abaixava para colocar as coisas no carrinho o segurança que estava atrás de mim olhava rapidamente para ver se tinha alguém olhando, e logo se posicionava para tampar e é claro ficava de pau duro olhando a minha bunda e a minha bucetinha. Eles perceberam que o Manoel estava sempre atrás de mim, olhando atentamente. E é claro, outros homens que estavam sozinhos também começaram a ficar me olhando depois que perceberam os lances. Fiquei quase uma hora dentro do supermercado dando showzinho, até que eu me cansei. Já tinha rodado quase tudo. Larguei o carrinho e fui até o Manoel, os seguranças foram me acompanhando e estranharam quando eu comecei a conversar com ele. Falei como o Manoel:
- Chega, cansei desse showzinho. Quer ir embora daqui, já está todo mundo me olhando e os seguranças estão na minha cola. Daqui a pouco vão mandar me prender.
Manoel deu uma risada, pegou no meu braço e saímos andando. Quando saímos o gerente estava perto da porta e pediu para o Manoel esperar. Ele perguntou o que significava aquilo tudo. Manoel deu uma risada e disse para ele que era uma pegadinha, mas que não ia passar aqui no Brasil. E fomos embora.
Continuamos andando na rua, o Manoel estava abraçado comigo. Ele estava adorando ver os homens doidos comigo e eu na mão dele. Entramos num restaurante para almoçar. Eu já estava morrendo de fome. Sentamos numa mesa quase no meio. Como era de esperar quando sentei o vestido subiu quase até a minha cintura deixando a minha bucetinha toda de fora. Eu mal conseguia tampar ela com as mãos, e quem estava à nossa volta tinha uma visão perfeita, pois as mesas não tinham forro para me esconder.
O garçom veio nos atender rapidinho pois ele tinha me visto entrar e queria me ver de perto. Manoel pediu o prato do dia e uma cerveja. Eu pedi um suco. Fiquei o tempo todo com as duas mãos sobre a minha bucetinha, mas o garçom já tinha percebido que dava para ver lances quando eu tirasse a mão. E eu teria que tirar pelo menos uma das mãos para poder comer. Algumas mesas que estavam vazias perto da gente foram ocupadas logo, por homens que estavam em outras mesas e nos viram entrar. Todos se posicionavam de forma que pudessem ficar me olhando e quem estava de lado quase quebrava o pescoço para ficar olhando. Não era um restaurante chique, era até simples e pelo local que ele era e por ter uma obra ali perto estava cheio de homens e a maioria deles peões. Só havia umas 3 mulheres, que estavam acompanhadas mas estavam em mesas mais distantes. O garçom chegou com os pratos rapidinho e eu tive que tirar uma das mãos para poder comer. Algumas pessoas conseguiram ver que eu estava sem calcinha e que minha bucetinha estava aparecendo. Logo começaram os comentários e os homens se juntavam para poder ver os lances. No começo eram um pouco discretos, mas assim que o garçom chegou com o suco e a cerveja do Manoel, ele ficou parado um pouco mais longe, para poder ter uma visão privilegiada das minhas pernas e da minha bucetinha quando eu tirasse a outra mão. Manoel percebendo que os homens estavam quase babando para conseguir ver, mandou eu tirar a outra mão e comer com as duas mãos, deixando a minha bucetinha livre para quem quisesse ver. Eu reclamei e falei que não ia fazer isso, que era loucura. Devia ter mais de 50 homens se amontoando para me ver. Então o Manoel olhou sério para mim e falou que se eu não tirasse a mão, ele ia abaixar a parte de cima do meu vestido e além da minha bucetinha, meus peitos também iam ficar à mostra. Com medo que ele fizesse isso eu tirei a outra mão, comendo como se nada estivesse aparecendo. Os homens foram à loucura e foi aquele alvoroço dentro do restaurante. Era um empurrando o outro para poder ver melhor, vários comentários, risadas, e celulares tirando fotos. O dono do restaurante vendo aquela zona foi lá para ver o que estava acontecendo. Quando ele me viu ficou parado, com alguns homens xingando ele mandando ele sair da frente. Ele não sabia o que fazer e ficou parado olhando para mim e para os homens que estavam fazendo o tumulto. Os outros clientes que não sabiam o que estava acontecendo acabaram se levantando para ver o que estava causando o tumulto e quando as mulheres viram a minha bucetinha toda à mostra começaram a reclamar, com os maridos e com o dono do restaurante. Manoel vendo que o show estava para ser cancelado, mandou eu abrir as pernas e puxou uma delas para ele e ficou segurando. Se já estava aparecendo a minha bucetinha toda, agora todos viam até dentro dela. Foi aquele tumulto. Uma gritaria de homens querendo ver, mandando outros saírem da frente, gente tirando fotos com o celular e até um princípio de briga começou. O dono do restaurante vendo que aquilo ia dar em confusão veio pedindo para eu fechar as pernas e perguntando se a gente estava louco. Ele falou com o Manoel:
- Você está louco? Como você traz a sua mulher aqui com esse vestido que não tampa nada e fica aí exibindo ela desse jeito? Olha a confusão que vocês estão causando.
Por mais que ele quisesse que eu continuasse ali para ele também poder ficar olhando, ele teve que nos mandar embora, para acabar com a confusão no restaurante. Ele falou que a gente nem precisava pagar, mas era para sairmos logo. Fomos embora com um bando de homens gritando e assoviando para mim, me chamando de gostosa, de putinha, safada, vadia e chamando o Manoel de corno.
O Manoel nem ligou de ser chamado de corno ali, pois ele sabia que eu não era mulher dele de verdade e que ele podia me comer e aqueles homens não. Só quem ele permitisse. Ele gostava de me ver sendo comida também.
Eu pedi ao Manoel para ele parar com essas loucuras e voltarmos para a borracharia, ele estava me expondo demais e eu já estava arrependida da promessa que eu tinha feito. Agora estava cada vez mais nas mãos dele. Ainda mais com os vídeos que eles gravaram de mim. Não sei se ele ia usar eles para me chantagear, mas eu já estava com medo de recusar qualquer coisa que ele pedisse e ele colocasse os vídeos na internet.
Voltamos andando para a borracharia e por onde a gente passava os homens estavam esperando para me ver. Ao passarmos pelo restaurante do velho ele perguntou ao Manoel se ele ia querer que ele levasse as marmitas, mas ele disse que a gente já tinha almoçado. O velho ficou todo triste, mas o Manoel falou pra ele que o Paulo e os amigos dele talvez não tinham almoçado ainda e que ele podia levar 3 marmitas para eles. O velho ficou todo empolgado e correu para dentro para preparar as marmitas.
Quando passamos pelo boteco, todos os homens ficaram em pé para me ver e alguns mais atrevidos até chegaram mais perto para me dar cantadas. Quando estávamos já passando por eles, o Manoel levantou o meu vestido por trás deixando a minha bunda de fora. Os caras foram à loucura. Outras pessoas que estavam na rua viram. Algumas pessoas que passavam de carro também.
Entramos de volta na borracharia e o Paulo e os amigos do Manoel reclamaram:
- Pô Manoel, você demorou pra caramba. Onde cê foi com a garota? A gente ta doido pra comer ela de novo.
O Manoel então me levou até o quartinho e falou com os amigos:
- Podem comer ela à vontade. Mas daqui a pouco o Mauro, dono do restaurante aqui do lado vem pra trazer a quentinha de vocês e vai querer o pagamento dele. Aí vocês vão ter que deixar a Vanessa com ele um pouco.
Paulo falou:
- Pode deixar que a gente dá uma brecha pra ele dar uma metidinha na Vanessa. Mais depois a gente continua comendo essa gostosa porque a gente quer aproveitar bem o dia.
Então Paulo, Cléber e Douglas começaram a me comer. Um enfiava na minha bucetinha, outro metia no meu cuzinho e outro na minha boca. E ficavam se revezando, cada hora um ficava em um dos meus buracos. Eles faziam questão de gozar ou na minha buceta ou no meu cuzinho.
Logo chegou o velho do restaurante com as marmitas. O rapazinho que ajudava ele estava com ele. Paulo, Cléber e Douglas pegaram as marmitas e foram almoçar. Manoel disse ao Mauro que ele podia pegar o pagamento dele. Mauro disse que tinha levado o garoto porque ele o tinha como um filho e foi graças à ele que ficou sabendo da garota na borracharia.
Então o velho e o garoto já foram tirando a roupa. Eles me colocaram de 4 no chão e o velho veio metendo na minha buceta por trás, enquanto o garoto enfiava o pau dele na minha boca. Era pequeno mas estava durinho. O velho gozou logo e o garoto veio por trás de mim meter na minha buceta. Como ela estava alagada de porra e meio aberta, ele não quis meter lá. Ele mirou no meu cuzinho e foi entrando. Pelo jeito o garoto apesar da idade já tinha bastante experiência em sexo. Ele devia ter uns 14 anos. Ele ficou metendo rápido e gozou em 5 minutos. Depois eu me deitei no chão mesmo e ele me virou para ele, querendo me beijar. Eu não queria, mas ele ficou insistindo e pedindo para eu dar um beijo nele. Então eu deixei e ele ficou enfiando a língua dentro da minha boca, todo desajeitado. Eu detestei, aquilo não era um beijo, mas o garoto adorou. Depois ele desceu dando beijos no meu pescoço e chegando nos meus peitos e ele começou a chupar. Ele chupava com força um depois o outro. Enquanto chupava um ele apertava o outro com a mão. O pinto dele ficou duro de novo e então eu peguei nele e comecei a bater uma punhetinha. O garoto estava se deliciando. O velho lamentou não conseguir dar mais uma e ficou só olhando. Eu batia pro garoto enquanto ele enfiava o dedo na minha bucetinha. O velho veio chupar a minha buceta aproveitando que eu estava deitada de pernas abertas. O garoto estava ajoelhado ao lado da minha cabeça e ficava apertando meus peitos sentindo a minha mão brincar no pau dele. Quando ele começou a gozar eu enfiei o pau dele na minha boca e o garoto não acreditou que eu ia deixar ele gozar na minha boca. Ele urrou e gozou, soltando o leitinho na minha boca. Eu abria a boca e mostrei para ele e para o velho a minha boca cheia e depois eu engoli. Os dois ficaram doidos.
- Nossa, mas essa garota é muito boa e muito safada.
- É, ela é gostosa demais e sabe fazer a gente gozar muito.
- Que putinha, queria levar ela pra mim pra poder comer ela todos os dias lá no restaurante.
- Eu queria que ela fosse a minha namorada, pra poder comer ela todo dia. Disse o garoto.
O velho deu uma gargalhada e falou:
- Você quer ter uma namorada puta? Que todo mundo come também? Há, há, há.... você vai ser corno manso quando crescer garoto.
- Eu não, só queria ter uma namorada safada assim, mas só pra mim.
- Garoto, mulher safada desse jeito nunca que é só de um homem. Quando a mulher é assim ela só sossega com muitos paus. Ela quer é dar pra um monte de homens, nunca que você vai ter ela só pra você. Aprende isso.
Eles se vestiram e foram embora me deixando deitada no chão. E eu fiquei pensando no que o velho disse. Eu não tinha pensado nisso, mas ele tinha razão. Eu sou desse jeito porque deixo as coisas rolaram e faço o que meu corpo e meu instinto me pede. Mas nunca tinha pensado assim, que eu preciso é de muitos homens pra me satisfazer. Eu não planejava as coisas assim.
Logo Paulo entra no quartinho, ele já tinha almoçado e disse que queria mais. Ele me colocou ajoelhada e mandou eu mamar no pau dele.
Enquanto isso, Cléber e Douglas conversavam com o Manoel.
- Essa sua garota toma pílula Manoel?
- Sei lá, eu to pouco me lixando pra isso. Ela que tome os seus cuidados, ela veio aqui porque quis não foi? No começo eu não gozava dentro da buceta dela pra não engravidar ela, mas o Paulo gozou dentro e ela não falou nada, então da última vez que ela veio aqui eu falei que se ela deixou ele gozar dentro e não tava preocupada, eu também ia gozar dentro da buceta dela.
- É, mas já pensou se você engravida uma putinha dessas? Depois vai ter que fazer DNA pra saber quem é o pai e quem for vai ter que assumir, você sabe né? Eu gozei dentro da buceta dela e nem tinha pensado nisso, mas agora eu tava aqui pensando. Não to querendo assumir um filho com a idade que eu to, e muito menos filho de uma putinha dessas. Tudo bem que ela é muito linda e gostosa, mas não é minha mulher e não quero uma mãe assim pra um filho meu.
- É você ta certo mesmo. Vo perguntar pra putinha.
Paulo estava gozando na minha boca quando Manoel entrou no quartinho e me perguntou:
- Ei Vanessa, você toma remédio pra não engravidar?
Então eu falei para eles que não tomava mas não tinha problema porque eu tenho um problema nas minhas trompas e não ovulo direito. Meu ginecologista me falou que a chance que eu tenho de engravidar é de uma em 10 milhões. Que é mais fácil eu ganhar na megasena acumulada do que eu ficar grávida. E se um dia eu quisesse ser mãe teria que fazer um tratamento. Quem já leu meus contos anteriores deve ter lido isso. Já escrevi isso em outras histórias.
Mas aí o Cléber que tinha escutado falou:
- É mas mesmo uma chance em 10 milhões não quer dizer que você não vai engravidar nunca, não tem gente que ganha na megasena?. Vai que acontece? Você não tem medo não? E do jeito que tá todo mundo gozando dentro da sua buceta, você não vai nem ficar sabendo quem é o pai da criança.
Eu falei que não me preocupava com isso. Só tinha medo de doenças, mas que até hoje não tinha dado nada. O Cléber falou que eu dei sorte, mas que eu devia tomar cuidado. Ele também, e os outros todos concordaram. Mas adivinha se algum deles quis usar camisinha mesmo depois disso? Eles não estavam nem aí e queriam mais é gozar dentro de mim.
O resto do dia eles ficaram se revezando. Cada hora um ia dentro do quartinho e me comia. Gozava e saía para dar a vez para outro. Enquanto os outros me comiam eles tinham tempo para dar uma descansada e ir lá de novo meter em mim.
Já eram 6 da tarde e eu já estava toda dolorida e ardendo. Não estava agüentando ficar em pé. Paulo me levou no banheiro para eu lavar o rosto. O resto do corpo estava imundo, de sujeira e de porra. Eu tinha porra saindo da buceta, do cú, nos cabelos, nos seios, barriga, nas costas e na bunda. Tinha porra que já estava seca e tinha que estava escorrendo. Eles não me deixavam me limpar toda para ir embora. Eles gostavam de me ver indo embora toda suja e rechada de porra. O cheiro de sexo e porra exalava de mim.
Eu disse que dessa vez não agüentava ir embora de bicicleta, pois a minha casa não era tão longe, mas não era nada perto. O Cléber então disse que me levaria até em casa de caminhonete. Eu fiquei pensando se deixaria ele saber onde que eu moro, mas como o Manoel já sabia, se o Cleber quisesse saber era só perguntar para o Manoel. Então deixei ele me levar.
Douglas colocou a minha bicicleta na traseira da caminhonete e eu entrei na cabine, ficando entre os dois. Manoel e Paulo se despediram de mim e falaram que me esperavam lá de novo e que não era para eu deixar de ir. Manoel só me mostrou a câmera, tipo para me lembrar que ele tinha tudo registrado. Agora eu era mais escrava dele do que nunca. Eu estava mesmo arrependida da promessa que fiz para ele quando fui lá pela segunda vez. Mas agora era tarde demais.
Eu pedi ao Cléber para me deixar um quarteirão antes da minha casa, para que os vizinhos não me vissem saindo daquela caminhonete velha com dois homens e no estado em que eu estava. Eu já conseguia andar devagar e fui empurrando a bicicleta. Ao me aproximar do meu prédio, passei por um grupo de crianças que fugiram de mim e uma delas gritou:
- Credo que fedor!
Duas mulheres que tomavam conta das crianças ficaram olhando para mim e cochicharam uma com a outra.
Ao entrar no prédio passei por um vizinho que me cumprimentou e perguntou:
- Nossa, por onde você andou Vanessa? Que sujeira que você está!
Respondi que tinha saído para dar umas voltas. Como ele viu que eu caminhava com dificuldade, me perguntou se eu estava machucada e se queria ajuda. Nisso ele chegou bem perto de mim.
Eu falei que estava bem e que não precisava de ajuda. Agradeci e tratei de sair de perto dele rapidinho.
Ele comentou:
- Você está com um cheiro estranho... mas eu tenho a impressão de que conheço esse cheiro de algum lugar. Por onde você andou?
Eu fiquei com medo dele reconhecer o cheiro. Eu estava cheirando a sexo, cheirando a porra. Eu estava com porra pra todo lado e minha calça já estava úmida no meio das pernas por causa da porra que escorria do meu cuzinho e da minha bucetinha.
De longe eu olhei para trás e vi que ele estava parado me olhando e com uma cara de safado. Tenho certeza que ele lembrou que cheiro era aquele, ainda mais que ele deve ter visto o molhado entre as minhas pernas na minha calça jeans.
Subi e fui tomar um banho. Meu irmão já estava em casa, mas a sorte é que ele estava no quarto dele com a porta fechada.
Saí do banho e estava deitada no quarto ainda de toalha quando minha mãe chegou. Ela entrou no meu quarto com a minha calça jeans na mão e me perguntou o que eu andava fazendo porque era a segunda vez que eu voltava com as minhas roupas imundas e com a calça jeans molhada no meio das pernas e com um cheiro forte. Eu tremi de medo, tinha esquecido as roupas jogadas no chão do banheiro.
Falei com a minha mãe que tinha passado o dia na casa de uma amiga e que tinha nadado e por isso a calça estava molhada. Mas ela perguntou onde estava o bikini e brincou se eu tinha nadado pelada. Falei que eu tinha pegado um bikini emprestado com minha amiga e deixei ele lá, mas que tinha colocado a calça por cima da calcinha molhada. Minha mãe cheirou a calça e falou:
- O cloro dessa piscina devia estar muito concentrado. Esse cheiro está muito forte. Lava o cabelo direito pra tirar todo o cloro viu, senão vai estragar o seu cabelo.
Nossa, respirei aliviada. Tinha conseguido despistar a minha mãe. Mas teria que tomar cuidado das próximas vezes.
Eu tive que voltar lá muitas vezes, durante quase dois anos, praticamente semana sim, semana não. Os amigos do Manoel, Cléber e Douglas já sabiam quando eu iria lá e já se programavam para passar o dia lá na borracharia. O dono do restaurante, Mauro, e o garoto que depois fiquei sabendo que se chama Fábio, também já sabiam quando eles iam me comer. O Afonso, dono da loja que vendia sapatos, também me comeu mais umas 5 vezes durante esse tempo. Eu ganhei dele um sapato, duas sandálias, uma rasteirinha e um tênis.
Não voltamos ao supermercado, mas fomos mais 3 vezes no restaurante onde deu a maior confusão. Mas o dono acertou com o Manoel que a gente seria servido lá dentro, no escritório dele. Lá o dono, dois garçons, o cozinheiro e um ajudante me comeram todas as vezes que fomos lá.
Além deles, alguns clientes que nos flagraram lá na borracharia também me comeram. Foram 5, em dias diferentes, sendo que dois deles voltaram lá outras vezes e me comeram mais vezes e um outro estava com a noiva. O homem me comeu enquanto a noiva me chupava e me pedia para chupar ela. Manoel e Paulo apenas assistiram, eles até que queriam comer a noiva do cara, uma loira linda, mas eles não deixaram. Ela nem chegou a tirar a roupa, só levantou a saia e chegou a calcinha para o lado para eu chupar. Eu não queria, não sou chegada em buceta, mas fui obrigada pelo Manoel que queria ver a cena e queria ver se a mulher ficava pelada. Mas ele mal mal viu a buceta dela.
O vizinho que tinha me visto chegando em casa com a calça molhada e cheirando a sexo, me viu outras vezes e uma vez ele me falou que sabia que cheiro era aquele. Sabia que eu estava cheirando a porra e que o molhado na minha calça era de porra que devia estar escorrendo da minha buceta e do meu cu. Ele tentou me comer, mas como não tinha como provar nada eu não quis dar para ele. Um vizinho me comendo ia me dar muitos problemas.
Na última vez que estive lá na borracharia, chegou uma viatura policial dizendo que tinham recebido uma denúncia de estupro ou de prostituição. Mas essa história eu conto no próximo conto.
E também depois dessa última vez, alguém que me reconheceu, não sei se tinha me comido também ou só me visto por ali, contou para o meu padrasto o que estava acontecendo. Meu padrasto foi lá na borracharia e acabou com toda a história. Terminava ali a minha escravidão. Eu estava livre dos borracheiros e dos seus amigos. Mas essa história eu também conto no próximo conto ( O fim da escravidão).
Vanessinha

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