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SOU UMA CADELINHA LOIRA 3

Cá estou eu de novo para vos contar mais uma de minhas aventuras.

Como vocês já sabem, chamo-me Paula, tenho 1,62m, 52Kg, sou loirinha e tenho olhos azuis, e segundo dizem sou bonitinha e cara de miúda.

Os meus cães já vocês devem conhecer, o Pachorrento um S. Bernardo, o Negrão e o Dolf que são dois Pastores Alemães.

Vivo numa quintinha isolada sem vizinhos nas proximidades. A casa é grande de dois pisos e tem um jardim grande com uma piscina. Ora foi precisamente aqui que se passou este relato que vos vou contar.

Era uma tarde de calor abrasador, e eu estava sozinha em casa como é já hábito, e decidi dar um mergulho na piscina para refrescar um pouco. Nessa tarde nem pensava em transar com os meus cachorrinhos, pois com este calor não me estava muito a apetecer e eles também estavam calmos procurando as sombras para dormir um pouco.

Vesti o meu biquini e lá fui até à piscina. Mergulhei dei umas braçadas e como não estava ninguém por perto decidi tirar o biquini. Adoro a sensação de nadar nua e assim fiquei durante um bom bocado dentro de água. Quando sai da piscina deitei-me ao sol numa espreguiçadeira para secar e me bronzear um pouco continuando toda nua. Estava uma tarde áptima, nem um ventinho corria e o calor que se fazia sentir sabia bem ao meu corpo fresco da água da piscina. Adormeci, mas deve Ter sido por pouco tempo, pois acordei em sobressalto sem saber o que me estava a acontecer. Pois é, já devem Ter adivinhado. O Dolf chegou-se ao pé de mim, deve me Ter cheirado e se entusiasmou. Eu acordei já toda melada com as lambidelas daquele língua áspera e dura percorrendo toda a minha rachinha. Se antes não me apetecia fazer nada com os meus cachorrinhos, agora estava completamente entregue aquela língua que fazia com que o primeiro orgasmo da tarde estivesse mesmo chegando. Foi uma loucura, eu nem me mexi, tinha acordado com as pernas abertas pendendo para cada lado da espreguiçadeira e assim fiquei. Aquela língua continuava me excitando e não demorou nada que eu me viesse.

Olhei à minha volta com medo que alguém pudesse ver, pois nestas coisas sou muito pudica, mas as únicas criaturas que me observavam eram os meus outros dois cachorrinhos que pelos vistos estavam já querendo entrar também na festa.

Eu estava já de cabeça perdida e queria sentir o membro do Dolf dentro de mim. Levantei-me e pus-me de quatro em cima do gramado e comecei a chamar o Dolf. Ele logo veio de novo e deu-me mais umas lambidas bem gostosas. Os outros dois rondavam e cheiravam, mas era a vez do Dolf e logo ele pulou nas minhas costas prendendo-me com firmeza pela cintura, começando de imediato naquele movimento rápido de vaivém tentando me penetrar o que fez com certa facilidade. Senti-me então invadida por aquele cacetão que entrava e saia rápido, quando num impulso mais forte para a frente lá fez entrar o Ná do cacete que penetrou sem cerimonias dentro de minha vagina... aahhhh... que maravilha sentir-me completamente preenchida... o cacete do Dolf crescia de volume lá dentro, parecia que ia rebentar de tanto crescer, entretanto os movimentos rápidos continuavam, ele apertava-me mais a cintura. Sentia a sua baba escorrer pelas minhas costas, estava divinal, é divina a sensação de sermos assim possuídas por um macho selvagem. Aqueles movimentos rápidos continuaram durante uns 5 minutos, entretanto o Negrão que rondava, pôs-se na minha frente e eu sem hesitar estendi a mão ao seu cacete e comecei a massajar aquele membro que era um tudo nada mais que o do Dolf que estava me fodendo naquele momento. Puxei-o para mim e abri minha boquinha gulosa para aquele membro, é preciso Ter muito cuidado quando se faz um boquete num cachorro, pois o seu cacete é muito sensível e podemos magoá-lo. Com uma mão ia fazendo um movimento de vai vem e com a minha boquinha aberta ia sentindo aquele membro passar por meus lábios á medida que ia crescendo de volume. Foi então que senti dentro de mim uma sensação de calor enorme, acompanhada de uma impressão de invasão, era o Dolf que estava gozando dentro de mim, e como ele gozava, parecia que nunca mais acabava... eu estava louca de desejo e abocanhava mais ainda o Negrão, queria que ele se viesse na minha boca... entretanto o Dolf terminara e largando-me a cintura, virou-se ficando de rabo para mim... de novo engatada com um de meus dogs, Continua sendo muito boa a sensação de se ficar com o cacete dentro de nás, pois de vez em quando sente-se como que uma vibração no cacete parece quase um choque eléctrico muito bom... durante esse tempo o Negrão começava já a largar uma gotinhas de gozo... peguei-lhe pelo ná e abocanhei mais aquele membro fazendo-o quase entrar na garganta, o cacete estava enorme, aqui pude ver o tamanhão daquilo que eu aguento dentro de mim quando estou sendo penetrada. Uma loucura, senti então dentro de minha boca um jacto forte e quente, e outro e mais outro, e mais uma serie deles, já escorria para fora pelo canto da minha boca. Até esse dia nunca tinha engolido porra dos meus cães, já lhes tinha provado o gosto, que não era mau de todo, a meu ver até sabe melhor que a dos homens, mas não me aguentei e pela primeira vez na vida engoli tudo o que pude, e olhem que é uma quantidade bem grandinha.

Eu estava cansada, principalmente doíam-me os joelhos de estar em cima do gramado. Mas continuava engatada com o Dolf e não havia maneira de sair dali, o Negrão satisfeito desviou-se um pouco ficando a lamber o seu cacetão, mas logo o Pachorrento se aproximou devido ao cheiro deixado pelo Negrão na minha cara e começou a lamber-me a cara toda, eu baixei-me tentando evitar, mas continuava excitada e logo levei a mão ao cacete do Pachorrento que é o mais bem aviado de todos e de novo abri minha boquinha começando a lamber e chupar aquela tora. Ela começou de imediato a crescer até que ficou descomunal, já nem me cabia na boca, não conseguia abrir a boca o suficiente para ela entrar sem o magoar com os dentes. Tive de me contentar lambendo e chupando sá a pontinha... foi aí que o Dolf se desengatou de dentro de mim... com um chloppppp... saiu seguido de uma cascata de porra que escorria de dentro de minha cona, Ele voltou-se de novo para mim e começou a lamber todinho. A porra dele escorria pela minha racha, pelas minhas pernas... fez um serviço completo me limpando, novo orgasmo.... não resisti de novo aquela língua..

O Pachorrento que viu o caminho livre logo se posicionou de forma a me penetrar também, e assim foi. Sá que o membro dele estava enorme, eu aí receei tive medo pois o cacete dele estava praticamente do tamanho do ná do Dolf, por isso meu medo. Mas fui para a frente e arregacei bem a minha coninha, deixando no entanto a mão lá no sitio de forma a não deixar entrar o ná, pois esse de maneira nenhuma poderia entrar estando já daquele tamanho, devia de Ter pelo menos 12cm. Assim foi ele me penetrou violentamente com estocadas rápidas, bem força ele fez para entrar com o ná mas eu não deixei, mantendo a minha mão na entrada da vagina... Foi bom, pois assim sá tive prazer e mais prazer e mais prazer... aaahhh... que maravilha... comecei sentindo ele gozar dentro de mim, ele estocava com força, sentia o cacete bater bem no fundo de minha coninha juntamente com os jactos de porra que eram bem quentes... como o ná não tinha entrado a porra dele começou a sair, pois não cabia toda lá dentro, começando a escorrer pelas minhas pernas abaixo, assim que terminou saiu de cima de mim e saiu o seu cacetão trazendo ainda mais porra para fora. Eu estava exausta e deixei-me cair fiquei por momentos deitada na relva de barriga para baixo enquanto o Negrão e o Pachorrento lambiam minhas pernas e rachinha... finalmente relaxada.. ainda tive mais um orgasmo enquanto eles me lambiam. Depois quando vi que o Negrão queria de novo festa levantei-me e mergulhei de novo na piscina foi um alívio sentir de novo aquela água fresca em contacto com o meu corpo que estava a escaldar de tanta excitação.

Eles ficaram na beira da piscina me observando mas passado um tempo lá acalmaram e eu pude sair da piscina e entrar dentro de casa para tomar um banho relaxante e de seguida ir para o meu computador pôr os Email de meus amigos e amigas em dia.

Espero que tenham gostado de mais este conto de uma das minhas muitas loucuras.

Beijocas para todos e todas.

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