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EU, MEU NOIVO E UMA GARRAFA DE CHAMPANHE





Aconteceu mais uma vez. Depois de eu e meu noivo, Fernandinho, irmos a um casamento de amigos, mais uma vez, voltei tremendamente excitada. Ele insistiu para que eu fosse com fio-dental mínimo, foi difícil arranjar um vestido que não me deixasse a puta da festa, mas encontrei um tomara-que-caia folgado na cintura que acabou servindo ao propásito.

Ainda no estacionamento da Igreja, antes da cerimônia, enquanto os convidados chegavam, dentro do carro tiramos um sarro, eu com todo o cuidado pra não amassar o terno do safado e ele me desnudou, lambendo e mordendo minhas panturrilhas até a brincadeira ficar mais séria, o que acabou numa chupadinha, ele afastou a calcinha e caiu de boca em mim, elogiando a maciez da pele recém depilada. Afastei o acento, virei a cabeça e fechei os olhos ao som de Martinho da Vila. Cada batucada da banda era como se estivesse sincronizada com a língua do safado e eu estava quase gozando quando vozes que estavam fora do carro se aproximaram demais. Os convidados chegavam. Era hora da cerimônia e não havia vidro fume que nos protegesse aquela altura do campeonato. Me ajeitei e saímos.

Passei a cerimônia atordoada, a calcinha estava molhada e ficava ralando na xoxota me excitando ainda mais. Estava muito gostoso e eu sá me preocupava se não estava exalando cheiro de tesão, mas meu noivo me confirmou dezenas de vezes que estava tudo o.k..

Na recepção é que a coisa esquentou, vários casais sentaram-se nas mesas e apesar da proximidade, a mesa era coberta por um vasto tecido, assim, depois que o pessoal começou a dançar com a banda baile e a se embebedar eu aproveitei e fiquei mexendo no pau do meu noivo, cheguei a botar pra fora num momento, punhetei, mas não deu pra gozar.

Dançamos, me esfreguei nele, abaixei como se fora fazer um boquete, mas todo mundo estava muito louco, meu noivo estava muito bêbado de wisky e eu apesar da champanhe, estava fazendo tudo consciente. Em momento algum nossas ousadias foram percebidas ou vistas como algo depravado. Nem no momento em que, brincando, pro meu noivo fingi um boquete na garrafa de champanhe, foi algo de puta, sá um casal desconhecido e já de idade viu, mas a essa altura, tinha gente que já tinha até levado tombo no salão...

Na volta pra casa ainda trouxe uma garrafa de champanhe e vim bebendo, Fernandinho tirava alguns goles, e a gente brincava, botei o pau dele pra fora de novo e comecei a punhetar, mas ele estava dirigindo e nessa hora perdeu a concentração e ia fazendo barbeiragem, desistimos, mas eu resolvi bater uma siririca ali, no carro mesmo. Fernandinho adorava me ver fazendo sozinha.

Quando chegamos em casa eu estava louca, Fernandinho também, ele foi pro quarto tirar a roupa trombando nas paredes do corredor e eu fiquei na sala, queria trepar ali hoje, na mesa de jantar dele, que é enorme. Pensei em fazer uma surpresa pra quando ele voltasse: tirei o vestido, afastei o fio-dental, fiquei de quatro no sofá, lambuzei meus dedos de saliva, fui colocando um a um no rabo e, por fim, coloquei o gargalo da garrafa de champanhe, nesse dia eu queria no cú. Fiquei me masturbando com ela no rabo enquanto ele se trocava.

Fernandinho achava que eu queria beber mais alguma coisa ou sei lá o que, quando voltou teve um susto, começou a se masturbar e foi chegando, fiz questão de curtir sem ele, e ia gozar se ele ficasse parado, não estava nem ai, mas meu noivo safado ficou com ciúme da garrafa, tirou e me chupou em todos os lugares, sua língua encontrou fendas sedentas por sexo. Não há nada que me deixe mais excitada do que casamentos.

Enquanto ele me chupava eu fazia um boquete na garrafa igual fiz na festa. Fernandinho, ciumento, tirou a garrafa, sentou-se no apoio de costas do sofá e se encaixou na minha boca, fiz o boquete que eu tanto queria, colocando tudo na boca, até engasgar, ele adora, a ponto de ficar me sufocando com o cacete. Gosta que eu cuspa no pau, que passe no rosto que me mele toda, sá pra em seguida, ele me beijar. Safado. Fiz questão de mostrar que ele era apenas um coadjuvante ali, então enfiei a garrafa de novo em meu rabo e fiquei assim: enrabada pela garrafa e boqueteando meu amante.

Fernandinho tirou a garrafa, me levou pra varanda e me enrabou, fiquei vendo a paisagem e sentido aquela delícia no cú. Não houve dor, a garrafa me preparou. Houve prazer, um algo gelado descendo pelas pernas, logo um comichão na xoxota fez com que eu ficasse ralando meu sexo no parapeito na tentativa de chegar a um orgasmo. Fernando suava em cima de mim e urrava, não conseguia gozar, pois estava muito bêbado, mas o tesão era demais.

Assim, havia forças pra realizar minha fantasia daquela noite, fomos pra sala, afastamos as coisas da mesa eu me debrucei e meu macho me enrabou mais uma vez. Adoro fuder em mesas, não aguentei muito tempo, minha xana estava louca, logo sentei na mesa e puxei Fernandinho pra dentro das minhas pernas, aconcheguei seu pau duríssimo em minha buceta completamente babada e respingando tesão. Beijos e chupões no meu pescoço suado e nos seis fizeram com que ele logo mostrasse que ia gozar, saí da posição antes que ele gozasse dentro, me abaixei e ainda engoli um pouco de porra como ele gosta que eu faça, Fernandinho se prostrou num pufe e eu fiquei chupando e limpando o gozo dele enquanto ele se tremia a cada linguada.

Me levantei, preparei uma dose de winsky pro meu noivo dei em suas mãos e agora era o meu show, me deitei como um frango assado no sofá, lambi a velha garrafa de champanhe, enfiei de novo no meu cú, dois dedinhos na xoxota e agora era minha vez de gozar!

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